sábado, 2 de janeiro de 2010
APRESENTAÇÃO DO TEMA DE VIDA VIOLÊNCIA DOMESTICA
Seguidamente mostrando a exposição dos cartazes. O primeiro cartaz resumia a peça de teatro «AUTO DA RAZÃO» assistida pelos formandos, o segundo mostrava os relatórios das visitas feitas pelos formandos aos lares de S. EULÁLIA, RORIZ, o terceiro cartaz mostra a visita a 3 (três) idosos que residem em nespereira, e por último o quarto cartaz mostra inquéritos e gráficos que os formandos realizaram.
No momento seguinte com o contributo da disciplina de INGLÊS foi exibido um vídeo relacionado com o tema (IGUALDADES OPRTUNIDADES) o qual retratava o problema do racismo. Depois foi declamado um poema em INGLÊS o qual se referia novamente ao tema de violência doméstica.
Depois foi apresentado o BLOG «RUMO AO FUTURO» e um álbum de fotografias, e foi exibido um PAWERPOINT com a informação dos dados recolhidos através da aplicação de um inquérito nomeadamente o tratamento estatísticos resultados apurados. No momento seguinte foi exibido a filmagem de 2 (duas) peças de teatro a qual procurava descrever as diferentes formas de envelhecer.
A primeira mostrava a vida de duas idosas que viviam sozinhas, as idosas tinham apoio domiciliário, a segunda era sobre um casal de idosos que foi colocado no lar contra a vontade e por fim os filhos arrependeram-se e foram buscar os idosos ao lar.
A apresentação terminava com a representação dramática por parte de todos os formandos do ciclo da violência doméstica o grupo «RUMO AO FUTURO» convida todos os presentes para o momento de confraternização.
RELATÓRIO DE SOLIDARIADADE
Cada elemento contribuiu com o que podia para tornar esta campanha possível e assim tornar mais agradável o NATAL de algumas pessoas.
O grupo de formação entregou todos os bens conseguidos ao CENTRO SOCIAL DE NESPEREIRA. Este encarregou-se de os distribuir ás famílias mais carenciadas.
Nesta época de crise e reflexão natalícia cabe-nos ajudar os que mais precisam, por isso todo o grupo se sentiu orgulhoso no final desta actividade.
VISITA AO LAR DE IDOSOS DE S.EULÁLIA
- Conhecer um lar
-Verificar as condições em que os idosos se encontravam
-Identificar o funcionamento pelos seus funcionários, bem como de toda a equipa que lá trabalha.
Já nas instalações, o grupo foi recebido pela responsável, a D.ANA. OS elementos começaram por cumprimentar todos os idosos, oferecendo-lhes rosas. Segue-se um momento de partilha, onde visitantes visitados confraternizaram na sala de jantar.
Posteriormente, o grupo foi dividido em dois de modo a melhorar a qualidade da visita. Enquanto parte dos visitantes estavam a conversar com os idosos, os restantes ficaram a conhecer quartos (três), casa de banho, Cozinha, lavandaria, consultório médico e um quarto mais privado. Depois trocaram.
Avança a hora avança a visita, até que chegou o momento do café e do chá. Todos juntos, na sala de jantar deram lugar a mais um momento de convívio.
Era chegado o momento de conhecer mais um espaço. Uma sala exterior ao edifício que servia para desenvolver actividades variadas com os idosos. Desde jogar cartas, fazer flores, ver televisão, fazer exercício físico e muitos trabalhos manuais.
Pelas 22:30 (vinte e duas e trinta) a visita era dada por terminada.
As conclusões a retirar desta visita são muito proveitosas todos tinham uma ideia predefinida do que deve ser um lar, quer ao nível das instalações quer ao nível da parte humana, sem dúvida esta ultima a mais fundamental.
O lar visitado apresenta umas instalações já ultrapassadas, sendo que o grupo considerou que esse factor é importante nos dias de hoje.
No que respeita ao factor humano, consideram que os idosos estão bem tratados.
Desta visita sai um outro projecto, ou seja, uma outra visita mas desta vez a um lar com instalações mais amplas e adequadas às exigências actuais.
Outras actividades estão pensadas, mas não definidas que este tipo de actividades enriquece a vida de todos os elementos do grupo.
Visita ao lar de Idosos de Roriz
- Conhecer um segundo lar de Idosos.
- Verificar as condições em que os idosos se encontravam.
- Identificar o funcionamento dos funcionários, bem como de toda a equipa que lá trabalha.
Ao visitar o lar, fomos recebidos pelo S.PORTAS, que de seguida nos mostrou as respectivas instalações. No segundo andar encontram – se os quartos e casas de banho. Existem quartos com duas camas e outros apenas com uma, todos os quartos tem casa de banho.
Anexo aos quartos existem 3 salas. Uma é sala de estar, outra para a funcionária do turno da noite, a terceira é para os idosos que se encontram em observações.
No resto chão existe uma arrecadação com a finalidade de guardar roupas e calçado oferecido.
No lado esquerdo existe os vestiários dos empregados muito bem arranjados, com quartos de banho e chuveiros. Existem mais 2 arrecadações, 1 para alimentos, outra para artigos de higiene (FRALDAS). Ao lado, tivemos oportunidade de verificar a existência de uma lavandaria devidamente equipada.
Apesar da capela, anteriormente ter sido uma garagem tem condições satisfatórias para o fim a que se destina.
A separar a sala das reuniões da capela existe um corredor.
O primeiro andar é constituído por refeitório, cozinha, sala de estar, sala de actividades, consultório médico, e um quarto de banho comum para 22 idosos do centro de dia, a onde estes tomam banho e mudam de roupa 2 vezes por semana.
Neste andar existe uma creche, que dá apoio a crianças desde os 4 meses até à ida escolar.
Durante a visita, o grupo (RUMO AO FUTURO) cantou uma rapsódia para os idosos, e estes retribuíram com uma canção dedicada ao grupo.
O lar além de servir as refeições aos internos e aos de centro de dia, distribuem refeições ao domicílio. O refeitório dá para servir em simultâneo 100 refeições.
Alguns dos formandos compraram recordações feitas pelos idosos.
Para concluir pedem-se referir-se as diferenças entre este lar e o de S.EULALIA fazendo assim o balanço positivo.
Relatório ida ao Teatro
- Com o texto Jorge palhinhos.
- Encarnação espaço cénico e Figueirinhas Diana sã.
- Grupo de teatro Fundação Jorge Antunes, Carla Leite, Catarina Ribeiro, Filipe Salgado, Natália Ribeiro.
- Apoio Câmara Municipal de Vizela.
(AUTO DA RAZÃO)
Já nas instalações começamos por ver a peça (AUTO da RAZÃO) o que parecia indicar algo de racional e compreensível.
No entanto, torna-se justamente no inverso, confusa, e engraçada. A história consiste em o homem mata a sua mulher, a mulher recusa-se a estar morta, de repente, aparece grávida intervém uma Médica que faz o parto á mulher morta o homem começa a ficar louco porque diz que matou a mulher com uma faca no peito, e diz que o quarto não é um Hospital.
A seguir aparece a amante que pergunta se ele matou a sua mulher, ele diz que sim e que a ama muito. Mas a amante morre. A juíza que decida. O homem estava louco? Não não sei.
Esta peça leva-nos a pensar sobre vários temas, como a traição, a loucura, a morte, o amor, a paixão. Considero que a peça em si foi muito bem representada, pelos actores, gostei muito do papel da actriz Juíza que tinha que fazer duas vozes diferentes. Os temas são bastante originais recusando muita criatividade, e originalidade.
A peça em si estimulada e dinamizada a vida sociocultural da comunidade envolvente e favorece o desenvolvimento das capacidades humanas.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
S. Martinho Relatório
O grupo EFA 20 do 12ª ano convidou o grupo «Rumo ao Futuro» a assistir a uma actividade preparada pelo mesmo sobre a lenda do S. Martinho.
A hora prevista da actividade estava marcada para as vinte e quarenta e cinco, o grupo «Rumo ao Futuro» chegou ao Centro Social Paroquial de S. Eulália às vinte e trinta, entramos para a sala e sentámo-nos nas cadeiras colocadas no palco.
A sala em baixo estava decorada pelo grupo com objectos tradicionais.
Deram início à actividade com a lenda do S. Martinho e alguns provérbios. O S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro. Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada. Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu. Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.
Provérbios:
No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.
Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.
Dia de S. Martinho fura o teu pipinho.
Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho
Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano.
Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho.
Pelo S. Martinho semeia favas e vinho.
Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho.
Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho.
Os formandos estavam todos vestidos com roupas da tradição.
Posteriormente, foram ao palco buscar os formandos do grupo «Rumo ao Futuro» para algumas danças tradicionais.
De seguida formaram quatro grupos, juntamente com o grupo convidado para participar em jogos tradicionais: jogo do saco, saltar à corda, jogo da farinha, rebentar balão.
Toda a gente participou, divertiram-se muito, foi uma noite diferente. No fim fomos para a sala ao fundo confraternizar uns com os outros, lá havia pratos tradicionais, rojões, moelas quentinhas, caldo verde, e, como não podia deixar de ser, havia também as castanhas e o vinho.